Conheça 7 jovens envolvidos em ações em prol de pessoas refugiadas

Inspire-se e junte-se à nossa rede de jovens campeões!

Você nunca é jovem demais para fazer a diferença. Neste artigo, apresentamos as histórias de 7 jovens campeões que estão descobrindo seu próprio poder e defendendo os 82,4 milhões de pessoas que foram forçadas a fugir de suas casas. Esperamos que suas ações possam inspirar mais jovens a se juntarem a nós em prol das pessoas refugiadas.

“Enviei 1.200 cartas pedindo aos líderes mundiais que recebessem refugiados”

Libby embarcou em uma maratona e escreveu cartas para encorajar os líderes mundiais a adotarem políticas que recebam bem os refugiados.

Apesar das restrições impostas pela COVID-19, Libby e seus colegas conseguiram envolver alunos do ensino fundamental e médio e, juntos, escreveram mais de 1.200 cartas. 

“Estamos tão isolados”, diz. “Especialmente na pandemia, vivemos em bolhas isoladas e não percebemos o quanto devemos fazer para ajudar os outros”.

 

“Eu conecto refugiados com professores de inglês”

Mahmoud, um estudante de medicina do segundo ano na Síria, se esforça para ajudar os alunos cuja educação foi interrompida pela guerra.

Ele está apoiando cerca de 30 alunos a seguir suas aulas de inglês individuais semanais com tutores nativos. Ele aprendeu tanto ao longo do caminho que está prestes a se tornar um tutor.

Com anos de experiência de voluntariado em seu currículo, a mensagem de Mahmoud é: “Todos deveriam ser voluntários porque o mundo precisa de você”.

“Fui inspirada pela minha melhor amiga a lutar pelos direitos dos refugiados”

Sharon ouviu falar sobre pessoas refugiadas pela primeira vez através de sua melhor amiga, uma refugiada etíope. “Ela é a pessoa mais inteligente que conheço em todo o mundo”, diz.

Sua amiga a inspirou a ingressar no Modelo da ONU de sua escola e presidir um comitê com 80 alunos para debater políticas para proteger os direitos das mulheres refugiadas. Ela enviou suas ideias ao ACNUR como parte do Desafio Modelo da ONU.

Agora, ela está finalizando seu trabalho de conclusão de curso sobre lei de refugiados e refletindo sobre seu próprio crescimento, Sharon gostaria de dizer a outros jovens que eles não precisam saber tudo antes de dar o primeiro passo para ajudar os refugiados.

“Eu ajudei 10 pessoas a solicitarem a condição de refugiado”

Zihan se voluntaria para ajudar os solicitantes da condição de refugiado a obter acesso a serviços jurídicos profissionais.

Em suas ligações com eles, ele sempre pergunta: “Quando você chegou à Europa? Por quais países você já passou? Por que você teve que fugir?”

Ele então encontra os profissionais jurídicos mais adequados para ajudar cada indivíduo durante o processo de refúgio.

Ele se sente grato por ajudar os refugiados a começar do zero em um novo país. “Acho que entender que todos nós compartilhamos experiências é uma força muito importante que nos une”.

“Eu quero usar o blockchain para ajudar os refugiados”

Quando Regina estava no ensino médio, ela começou a explorar como a tecnologia blockchain poderia aliviar as dificuldades financeiras que os refugiados enfrentam em sua cidade natal, Monterrey, no México.

Ela analisou modelos de blockchain com foco em refugiados na Jordânia e na Finlândia, e entrevistou refugiados sobre os obstáculos que eles enfrentam para encontrar empregos e abrir contas bancárias.

Ela recentemente apresentou sua pesquisa em um grande congresso de tecnologia, argumentando que o blockchain pode aumentar a confiança entre refugiados, bancos e governos anfitriões. Refletindo sobre sua jornada, Regina diz: “Continue tentando porque todos podem fazer algo para contribuir”.

“Eu criei uma organização sem fins lucrativos para iniciar conversas sobre refugiados”

Aryan se sentiu inspirado a começar a defender os refugiados depois de ouvir as histórias de sua avó, que teve que fugir de Uganda em busca de segurança.

Começando apenas com seu laptop e uma conta no Instagram, ele fundou a Forçados a Fugir (tradução literal para “Forced to Flee”), uma organização sem fins lucrativos que organiza conversas entre jovens e especialistas. Eles até receberam o ex-secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon!

Aryan incentiva os jovens a começarem a apoiar os refugiados da maneira que puderem. “Quer seja postar nas redes sociais ou se informar sobre os refugiados”, diz, “você encontrará pessoas que pensam como você ao longo de sua jornada e podem trabalhar juntos para fazer a diferença”.

“Eu faço absorventes higiênicos ecológicos para mulheres refugiadas”

Quando soube que havia campos de refugiados não muito longe de sua casa, Kashvi decidiu começar a doar parte de seu tempo para ajudar outras pessoas em sua comunidade.

Ela atualmente é voluntária em um campo de refugiados no sul de Delhi para aumentar a conscientização sobre a higiene menstrual.

Lá, ela conduz workshops com mulheres refugiadas afegãs para fazer kits de saúde menstrual ecológicos.

Kashvi reflete sobre seu tempo no campo de refugiados: “Você começa a construir uma comunidade e isso fica com você”.


Todos têm um papel a desempenhar na construção de um mundo que acolhe pessoas refugiadas. Você pode ajudar agora mesmo fazendo uma doação para o ACNUR!

Autioras: Taraneh Kelishadi, estagiária de comunicação do ACNUR e Pauline Eluère, Oficial de Comunicação do ACNUR.

FONTE: ACNUR.