Universitárias de São Bernardo se reúnem para formar coletivos feministas

Temas abordados são questões de gênero e papel da mulher na sociedade

O movimento feminista surgiu em 1948, em Nova York, mas só ganhou força durante a Revolução Francesa, quando as mulheres começaram a reivindicar seus direitos sociais e políticos.

Hoje alunas de diferentes universidades do ABC estão formando coletivos feministas para debater questões de gênero, papel da mulher na sociedade, e outros assuntos.

A integrante do coletivo feminista da Universidade Metodista Camila Garcia, explica. “É um conjunto de mulheres que se reúnem para se fortalecer e debater as questões do feminismo nos lugares que elas estão.”

Na Universidade Metodista, veteranas formaram um coletivo para debater o tema e convidar alunas para os debates.

Outra integrante do coletivo feminista da Universidade Metodista Lais Dutra, conta que o objetivo é tranformar a sociedade. “Isso é o que motiva a gente a estar na militância, na luta por um mundo mais justo”, disse.

Já na Faculdade de Direto de São Bernardo do Campo o coletivo “Respeita as Mina”, foi criado em 2014 pelas alunas que não admitiam mais frases e posicionamento machistas dos professores e colegas de classe.

As mulheres começaram a ganhar voz ativa na década de 90. Desde então, o movimento feminista ganha maior visibilidade.
A coordenadora do grupo de estudos sobre religião e gênero Sandra Souza, contou que a luta das mulheres não é recente. “A dominação das mulheres nunca foi sem resistência.”

*Esta reportagem foi produzida por alunos do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo