Uma vez mackenzista, sempre mackenzista

Uma vez mackenzista

O ex-mackenzista Luiz Rogério Morato, com 53 anos, relembra sua fase universitária. Cursou administração no Mackenzie e hoje é gerente de Recursos Humanos na empresa Nissin Foods Brasil. “Entrei pra faculdade no ano de 1983. O Mackenzie era uma das melhores faculdades de São Paulo. Era importante ter esse nome no meu curriculum acadêmico e a expectativa de muito aprendizado”, conta.

Ele conta que viveu boas experiências na faculdade, além de construtivas. Um dos momentos que ele se lembra, foi quando alguns alunos derrubaram a diretoria do seu Diretório Acadêmico devido problemas financeiros: “me ajudou muito a me reposicionar sobre ética. Entendi o significado de retidão de caráter. ”

Fã de culinária, música e cinema, Luiz Rogério fala de um feito um pouco diferente. Ele conta que foi andando de Tambaú – SP até Aparecida do Norte – SP. “Foram 406km em 16 dias até a Basílica”, fala. Considera-se uma pessoa organizada e gosta de planejar suas coisas. Por isso, houve muita preparação antes dessa viajem. “Simplesmente algo que muda muito qualquer pessoa”, concluiu.

Ele considera que já fez tudo que almejava fazer, hoje ele buscar aprimorar suas viagens. Diz buscar lugares que contam histórias de pessoas. Nessas viagens, adquire diferentes conhecimentos e experiências: “devo ser um pouco de cada um que conheço e muito de cada um que fez parte de minha história. ”

Luiz Rogério gosta de frequentar pubs com música ao vivo, preferencialmente rock, e de estar em contato da natureza. Além de incentivar encontros familiares. “Reunir uma família que estava distante, segregada e dividida, e hoje conta os dias para estar junto. Isso foi uma conquista para mim”, ele diz.

O ex-mackenzista conclui dizendo que gosta muito de ler e muitas dessas leituras o inspiram: “se eu pudesse fazer algo pelo mundo, talvez fosse escrever um livro que inspire as pessoas a tolerar e respeitar mais os outros. ” Ele acredita que o respeito ao próximo seja fundamental para uma sociedade melhor. “Quem sabe o livro poderia virar filme e assim atingir um público maior”, finalizou.

Texto: Paola Churchill

Fonte: Mackenzie